
domingo, 25 de fevereiro de 2007
Eu escolhi ter um filho

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Sobre o tempo
domingo, 4 de fevereiro de 2007
My best friend's wedding
Tenho uma verdadeira adoração pelo filme "O casamento do meu melhor amigo". Certamente, é um dos meus favoritos. Não só por causa da trilha sonora, que, note-se, é "felomenal". É bem mais porque há uma impatia inata com a série de comportamentos traçados. São todos comuns e plenamente HUMANOS.O ciúme desvairado da Julia Roberts, totalmente crível e factível, que faz ela entrar numa guerra sem um pingo de ética contra a noiva "perfeita", que canta mal, é uma amélia, mas é completamente alucinada pelo tal do melhor amigo é o cerne do filme. A série de atitudes "sem noção" que ela (a amiga) toma, tentando a todo custo minar a relação dos noivos, fazer com que eles briguem ou que, no mínimo, ele perceba como e quanto combina com ela é tão real que eu chego a pensar que eu faria o mesmo. Ela fez com que a noiva forçasse o noivo a trabalhar na empresa do pai dela (da noiva), sabendo que ele detestaria a proposta; forjou um email supostamente escrito pelo pai da noiva pedindo que o chefe do noivo o demitisse; se declarou de maneira clara e direta, com um beijo apaixonado no DIA DO CASAMENTO e na frente da noiva... Uma série de atitudes que culminam com a percepção de que é sem solução.Sim, ele amou esta amiga por anos. Sim, eles combinaram que se casariam caso não casassem. Sim, eles são super parecidos, têm muito em comum, viveram inúmeras histórias incríveis juntos, conhecem um ao outro tanto quanto conhecem a si mesmos, têm uma história de vida linda juntos, se adoram, mas... É só isso. Em muitos momentos, a gente torce pra que eles terminem juntos, mas no fundo, no fundo, a gente sabe que ele deve ficar com a Kim, porque ela é a mulher de que ele precisa. Só ela abriria mão de sua carreira, de sua vida, de sua família, de sua história pra viver a vida dele, segui-lo em seus projetos profissionais, abdicando de seus próprios anseios. Só ela. Para Jully (a amiga), isto seria um sacrifício por demais pesaroso. Para Kim, a vida não tem sentido sem ele. Para Jully, a vida tem tantas possibilidades...E tem mais. Jully e seu best friend with benefits tiveram nove anos de história e, nesse tempo, ela viveu com medo de se entregar, de precisar dele, de não conseguir mais viver sem, viveu de quase... Perdeu, amiga! Seu tempo passou! Sim, no final, ela acaba sendo mesmo a madrinha do casamento dos dois e dedicando a linda canção da história de amor que viveu com o melhor amigo aos noivos, ei-la:"Somedaywhen I'm awfully lowwhen the world is coldI will feel a glowjust thinking of youand the way you look tonightBut you're lovelywith your smile so warmand your cheeks so softthere's nothing for mebut to love youjust the way you look tonightWith each wordyour tenderness growstearing my fear apartAnd that laughthat wrinckles your nosetouches my foolish heartLovely,never never changekeep that breathless charmWon't you please arrange itcause I love youJust the way you look tonight"
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
A MINHA PARABÓLICA
"Ela pára e fica ali parada
Olha assim para nada
Diz Paraná
Fica parecida paraguaia
Pára raios em dias de sol para mim
Prendam minha parabólica
princesinha parabólica
O pecado mora ao lado
e o paraíso paira no ar
Se a TV estiver fora do ar
quando passarem
os melhores momentos da sua vida
pela janela eu estarei
de olho em você
completamente paranóico"
quinta-feira, 25 de janeiro de 2007
quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Não é mais tão fácil. Escrever sempre foi uma abrir-se, expor-se, mostrar-se, contar-se. Nunca tive qualquer pudor em dizer, a quem se interessar, sobre meus sonhos, devaneios, fragilidades e medos. Sempre foi uma explosão, as idéias iam saindo sozinhas, pulando nos meus dedos e, não mais que de repente, apareciam textos incrivelmente sensíveis na tela do computador.
Não é mais assim... Tento percorrer meu infinito particular (como diria Marisa Monte) e não há mais a dor, nem a tristeza, nem a solidão, "mas pra escrever um samba com beleza, não seria preciso um bocado de tristeza?". Talvez... O fato é que agora me falta por demais a tão falada inspiração. Aquela que me vinha fácil, que me fazia explodir em textos sentimentais e até que profundos, hoje simplesmente foge de mim e me deixa aqui com essa cara de "e agora o que é que eu faço??".
Aguardem por notícias, quando a mais do que desejada das gentes chegar, dou o ar da graça por aqui, ok?
sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Faz tempo, eu sei... Tanto, que talvez nem existam mais leitores para as palavras que ora escrevo. Mas é que a vida mudou. Muito. As expectativas são outras. Os planos dividem-se em três. Mas a alegria permanece aqui.
sábado, 12 de agosto de 2006
"Se chorei ou se sorri...

O importante é que emoções eu vivi!"
E foram tantas e tão intensas nestes últimos tempos que eu custo a acreditar que tudo isso seja real. A descoberta de um filho, que se mexe, chuta, dá cambalhotas aqui dentro e acha que meu corpo é um playground porque ele aperta a bexiga, dá pontapés no estômago, soca a comida e ainda manifesta o amor imenso pelo pai quando escuta a voz deste. Um casamento que, apesar de alguns olhares tortos e desejos ruins, apesar de umas torcidas contra e de umas invejonas básicas, se mantém perfeito e harmonioso e cúmplice e leve e tranquilo e feliz. Por fim, essa formatura... Não tenho palavras pra descrever o tamanho da felicidade, da beleza da festa, da saudade imediata dos amigos feitos, da alegria....
Anseio agora pela tal da prova da Ordem e pela colação!
Que a vida seja sempre assim...
