sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Sobre o álcool

Definitivamente, eu não sou mais a mesma.

Quem viu a Marcele de minissaia, blusa decotada, salto alto e meiota na mão , com certeza, se espantaria ao me encontrar em qualquer lugar. Aquela Marcele jovem bebia cachaça, cerveja, tequila e vodka como se bebesse água. Aquela Marcele botava goela abaixo 1L de colonial limão e continuava na balada até o sol raiar.

Porém, a Marcele que encontrou a turma ontem à noite bebeu 3 copos de cerveja, acordou hoje de manhã como se um caminhão tivesse passado por cima dela e triturado especialmente os joelhos e feito carne moída no cérebro. A Marcele que bebeu três copos de cerveja ontem, enjoou hoje como se tivesse se afogado em um tonel de chopp. A Marcele que bebeu ontem expurgou de si a outra do parágrafo acima.

Restou esta aqui: velha, com garantia estendida, mas com intolerância a álcool

4 comentários:

Anônimo disse...

É, minha filha.. eu sei exatamente o que vc quer dizer!
Isso é os 30ão! Batendo nas nossas portas! hahahahaha
Beijos!
Stéphane.

Idê Maciel disse...

... eu sempre digo: nada como o tempo para espantar o que não é necessário. Se não impedi (é assim que se escreve?) eu também sabia que um dia eu bebera assim assim... E hoje graças a Deus. Um copo, socialmente, basta. Pois é!

Idê Maciel disse...

Afff... que pontuação terrivel! Penso que oi verbo é empedir, mas é isso!

Rê :) disse...

Ai com certeza é a "idade"... vejo por mim... antes eu bebia tudo e todas e continuava firme e forte na balada... hoje só me resta o sono e uma cabeça de melão quando acordo no dia seguinte... é a vida!

bjos