sexta-feira, 16 de abril de 2010

Recontando

Este será um post bem longo (para vocês terem muito o que ler durante o final de semana) porque eu vou colar aqui os textos do período da nossa reconciliação até a descoberta da gravidez do Matheus, que teve um hiato de uns sete, oito meses, período em que a gente não se entendia e se entendia demais, em que ele morou na Europa e eu aqui arrastando minhas correntes... Dá para perceber claramente a crise, o vou-não-vou, a minha insistência e a minha certeza de que ele era o cara certo... São alguns dos textos do meu blog velho e que me fizeram entender que eu escolhi mesmo estar neste lugar e, ainda com essa dor martelando, eu não poderia merecer nenhum outro. Eu só sei ser feliz!


30/05/2005 - Ele foi...

Ela há muito escondera dentro de si a convulsão que ele provocava. Empacotara o sentimento, expremeu-o num pequeno embrulho e o guardara num recanto escuro e escondido do fundo do armário. Por muitos meses, esqueceu-se de que ele estava lá, guardado. Em muitos dias, chegou a crer que ele jamais, em tempo algum, realmente existira. E em seus momentos ébrios, bradava ao céu infinito que fora tudo fruto da sua imaginação ultra-romântica de adolescente tardia.

Ele não se conformava, não entendia, não percebia os labirintos e teias existentes naquela complexa alma feminina. Dilacerava-se, sofria, confundia, não compreendia... A frieza com que ela fora capaz de anular as forças daquele sentimento, simplesmente zipá-lo, doía-lhe e ele sofria além do que era capaz de sofrer.

Fingida, ela engolia em seco sempre que o via, nunca conseguiu se referir a ele como um amigo, nunca conseguiu olhar com indiferença os inúmeros beijos dele em outras meninas, nunca perdeu a revoada de borboletas e lembrava sempre do beijo suave e das mãos quentes, do ombro acolhedor e do afago nos cabelos, quando deitava a cabeça no travesseiro. Ainda assim, o pequeno embrulho permanecia intocável, no seu lugar.

Porém, uma notícia abriu o armário e desembrulhou o sentimento tão bem guardado. Rasgou o pacote, e, a pressão tamanha a que ela submetera aquilo tudo, causou uma explosão imensurável em seu ser, inundando novamente a vida, os pensamentos e o dia-a-dia dela, seu quarto, sua alma, seus espaços, desvãos.

Ela observou-o de longe e viu a felicidade com que ele levava a vida. Queria se reaproximar, mas ele tinha agora um outro ritmo, sem ela. Sabia que alguns a olhariam com desprezo, outros com descaso, poucos chegariam ao limite extremo da educação, que beira à grosseria. Não era fácil. De longe, sem que ele percebesse, discretamente, ela buscava espaços, notícias, o momento certo.

O tempo para agir era curto demais para que ela esperasse a hora certa. Então, numa noite chuvosa, em que os relâmpagos iluminavam os olhos dele (que dissolviam a alma dela), ela derramou sobre ele, em prantos e soluços, todo seu sentimento, expulsou de si tudo aquilo que extravasava porque não agüentava mais mantê-lo comprimido. Transbordou-se.

Ele olhou-a sem paixão, sorriu o sorriso dos que não sabem como reagir. Como fizera com tantas outras, procurou se fazer entender, disse que esperara por aquela confissão por muito tempo e a pediu que saísse do carro. Era tarde demais para eles, amanhã era segunda e eles tinham que acordar cedo.

Ela debulhou-se em lágrimas, soluçou, abraçou-o, e entendeu que ali estava alguém que... Não, ela não sabia definir, mas sabia que o queria perto de si. Não queria mais se expor, não queria mais sofrer, não queria mais se machucar, não queria sair dali, não queria deixá-lo ir...

Mas ele foi.

07/07/2005 - Razões

Não há como explicar o que não tem explicação. Não é possível entender o inexorável. Não cabe a nós evitar o inevitável. Quando alguém cria raízes no nosso coração, por mais que podemos os ramos, a vida continua lá, a árvore volta a nascer, a copa torna a esverdear e florescer... Podem passar dia, meses, anos até... Continuará lá, viva! Assim é. Não adianta tentar arrancar as raízes do sentimento porque para isso teria que extirpar o próprio coração e, assim, a gente não sobreviveria. Ele - o sentimento - fica lá, acompanhando as estações, o desenrolar da sua vida, as confusões e as soluções, mas não passa, não sara, não seca, não morre.

Ele ainda está aqui e você sabe disso!

09/07/2005 - Saindo de Cena



"There's always that one person that will always
have your heart...

You'll never see it coming cause you're blinded
from the start..."

(My boo - Usher and Alicia Keys)


Ela descobriu, depois de um longo tempo, o sentimento escondido nos recônditos de sua alma. A explosão causada pela pressão com que comprimira toda aquela emoção fez com que ela inundasse mais uma vez sua vida, seus espaços, seu quarto, seus cantos. E como não podia mais guardá-la, derramou tudo sobre ele, entre soluços e lágrimas. Disse mais do que precisava ser dito, expôs-se, mostrou a ferida para que ele curasse... Ele deu de ombros e apenas disse que era tarde. E foi.
Ela não se conformou. Não acreditava que tanto sentimento poderia simplesmente sublimar. Se ainda existia nela, deveria existir em algum lugar dele. Buscou de todas as formas o dispositivo que acionaria a dinamite com que ele cercara todo o sentimento. Tentou mostrar que ainda tinha como ser. Tentou fazê-lo entender que "they were meant to be". Tentou provar que ela não era mais a menina de anos atrás. Tentou mostrar que o vazio era decorrente apenas da falta. Tentou argumentar que as diferenças não são tão gritantes e sim, perfeitamente superáveis. Tentou dizer que valia a pena, que não poderiam deixar isso tudo escapar, que poderia ser pra vida toda... Ela tentou e só ouviu palavras desconcertantes. Descompensou...
Ela disse para seus botões que não desistiria facilmente dele. Jurou que o faria perceber. Quanto mais argumentos ela usava, mais eles discutiam, mais discordavam, mais se machucavam, mais se distanciavam, mais desconstruiam o caminho de volta. Ela chorou.
Hoje, passeando pela internet, viajando pelos sítios dele neste mundo de exposição e pouquíssima privacidade, descobriu que ela não existe mais há muito. Sua insistência causou repugnância. Suas palavras causaram irritação. Seu sentimento causou piedade. Suas tentativas foram em vão.
Hoje, ela percebeu que ele faz promessas de casamento a terceiras pessoas; que ele mantém uma nova rotina de vida, da qual ela simplesmente não faz parte; que ele faz questão de manter uma distância razoável dela para que não se infeste de novo de sua presença... Assim, sem mais nem menos, ela percebeu o quão idiota estava sendo e resolveu sair de cena.
Diminuam as luzes, deixe-a desaparecer na penumbra... Cai o pano, fecham-se as cortinas.

15/11/2005 - Irremediável

"Eu dava um cavalo branco para ele, uma espada, dava um castelo e bruxas para ele matar, dava todas essas coisas e mais as que ele pedisse, fazia com a areia, com o sal, com as folhas dos coqueiros, com as cascas dos cocos, até com a minha carne eu construía um cavalo branco para aquele príncipe. Mas ele não queria, acho que ele não queria, e eu não tive tempo de dizer que quando a gente precisa que alguém fique a gente constrói qualquer coisa, até um castelo" (O mar mais longe que eu vejo - Inventário do Ir-remediável. Caio Fernando Abreu)

Acordou com uma vontade estranha, uma saudade estranha, um incômodo indescritível. Era saudade, sim. A constatação disso tanto tempo depois gerou um sorriso nos lábios dela. Deitada ainda, procurou por alguém ao lado na cama, procurou um ombro pra se aconchegar, procurou alguém pra dizer bom dia com uma vozinha infantil, como só quem está muito apaixonado consegue fazer. Mas não havia ninguém lá. Sentiu falta de ligar todos os dias nos mesmos horários para a mesma pessoa, aquela com quem podia ficar conversando leviandades, descrevendo dias modorrentos como se uma história fascinante fosse; e ainda de ligações extraordinárias no meio da tarde da quarta-feira só pra dizer "eu te amo". É, ela tava estranha aquele dia. Sentiu falta da programação do final de semana juntos, das viagens nos feriados prolongados para aquela casa de praia, da perspectiva de uma vida inteira juntos. Lembrou-se do nome dos filhos que planejara ter. Lembrou da turma de casais e daquele barzinho de todas as sextas. Lembrou dos micos que pagaram juntos não sei quantas vezes por conta da bebida e da parada obrigatória naquela lanchonete no meio da madrugada, aos domingos ou quando batesse nela uma vontade irresistível de comer tranqueira. Lembrou da confiança incondicional, da cumplicidade, da intimidade extrema, do companheirismo, da mão pesando na perna quando no carro, do corpo pesando sobre o dela, do beijo ofegante, do abraço apertado e das lágrimas (tantas...) por ciúme, por amor demais, por saudade, por brigas inúteis... Lembrou de como se sentia ao lado dele, da sensação de que tudo ia ficar bem, por maior e pior que fosse o problema. Lembrou das aulas de química, das horas em que ficavam sentados, cada um estudando suas coisas, mas sempre por perto, ao alcance dos lábios. Riu muito da mania de doce, do festival de cosquinhas, das brigas estúpidas em Olinda e das inúmeras reconciliações. Lembrou de como ele achava engraçado as lágrimas que saltavam dos olhos dela por qualquer bobagem, um filme, uma homenagem, uma frase, um poema... Lembrou do quanto foi difícil aquela viagem que ele fez. Lembrou-se dos inúmeros aniversários, das surpresas e de uma mágoa. Porque toda história de amor tem suas mágoas. Porque toda história de amor é pra ser lembrada.

O passado continua essencialmente o mesmo e, já que não pode mais ser vivido, pede para ser lembrado...

13/12/2005 - Enfim te vejo

Enfim te vejo. Enfim pouso nos teus meus olhos curiosos, ávidos... Olhos que tentam desvendar o que está escondido nos cantos recônditos deste olhar. Sim, enfim te vejo! E busco nas conversas amenas perquirir tua alma; devassar teus pensamentos; ler nas entrelinhas o que não conseguimos dizer por cômoda educação, por conveniência, por proteção, para não arrancar novamente a casca da ferida que ainda não cicatrizou por inteiro. Tu falas sobre o vento gelado do lado de lá, de catedrais monumentais, parques fenomenais, lugares que iluminam sonhos de metade dos que moram do lado de cá. Tu devaneias sobre lugares e histórias, sobre farras e memórias e desvia o olhar. E evitando me olhar... Talvez porque percebes o campo eletromagnético ao nosso redor, como objetos ionizados por cargas elétricas opostas a soltar descargas em faíscas despertadas pelo encontro do olhar. Enfim te vejo e depois de tanto tempo tu filosofas sobre História e Arte, sobre museus e espetáculos, enquanto eu revisito cada detalhe desse rosto que eu conheço de cor, que é a mais doce das imagens mnemônicas. E nesse momento em que tu fitas o ar, a noite ou uma estrela qualquer que brilha a nos observar do céu "é que te olho detalhado, e nunca saberás quanto e como conheço cada milímetro da tua pele", esses vincos ao redor da boca, esses olhos cheios de um encantamento infantil e esse sorriso capaz de iluminar qualquer ambiente. E me perco do que dizes, e a cabeça viaja às memórias deste rosto em meu colo, dedos entrelaçando cabelos, lábios e línguas se buscando, mãos perdidas num corpo só que envolve duas almas. E, tão dissimulada, penso nisso tudo enquanto falas qualquer coisa sobre qualquer lugar em que estivestes. E finjo tão bem que não percebes que meu desejo é apenas "chegar a esse mais de dentro que me escondes sutil, obstinado, através de histórias como essas". E enquanto tentas mostrar tudo que aprendestes, percebo o quanto tu te escondes de mim e te afastas. "Tenho um medo cada vez maior do que vou sentindo em todos esses meses, e não se soluciona, mas volto e volto sempre, então me invades outra vez com o mesmo jogo e embora supondo conhecer as regras, me deixo tomar inteira por tuas estranhas liturgias, a compactuar com teus medos que não decifro, a aceita-los com um cão faminto aceita um osso descarnado, essas migalhas que me vais jogando entre as palavras e os pratos vazios, torno sempre a voltar, talvez penalizado do teu olho que não se debruça sobre nenhum outro assim como sobre o meu" e te espero com a convicção da beata que espera a salvação após a morte, com a vontade do faminto em frente a um prato de comida; com o querer da mãe que espera o primeiro filho. E voltarei sempre a ti, porque foste qualquer coisa de inexplicável, destas que deixam a marca gravada a ferro na alma, transcendendo o que quer que se possa imaginar de superficial, de epidérmico. Enfim te vejo e descubro que te esperei este tempo todo querendo apenas voltar pra ti; "tornarei sempre a voltar porque preciso desse osso, dos farelos que me têm alimentado ao longo desse tempo, e choro sempre quando os dias terminam porque sei que não nos procuraremos pelas noites". Pairo pelo mundo, vago pela vida, sobrevivo apenas quando da tua ausência e esta ausência doída, lacerante, pungente só serviu para que as certezas se evidenciassem, para que as dúvidas arrefecessem, para que as mudanças antes impossíveis ocorressem, para que eu me preparasse para ser o que desejaste por tanto. E longe vão meus pensamentos e em mim pousam teus olhos, percebo teus lábios carnudos se movimentarem, dando vida a qualquer história que finjo ter interesse com um sorriso no canto da boca, "atrás de cada palavra tento desesperada encontrar um sentido, um código, uma senha qualquer que me permita esperar por um atalho onde não desvies tão súbito os olhos, onde teu dedo não roce tão passageiro meu braço, onde te detenhas mais demorado sobre isso que sou e penses quem sabe que se aceito tuas tramas" é porque é chegada a hora de voltar àquele ponto esquecido, àquele ponto que supúnhamos soterrado, àquele ponto em que paramos para nos despir um do outro. Enfim te vejo e espero, rezando, chorando, pedindo, implorando silenciosamente, sem abrir a boca, sem alterar a respiração, sem lágrimas, sem cenas, que fiques.
* Citações do Conto "À beira do mar aberto, Os dragões não conhecem o paraíso - Caio Fernando Abreu"

11/01/2006 - Quando você está aqui...

Parece que finalmente encontrei a paz e que a louca procura chegou ao fim. Parece que, enfim, posso ser feliz e que a vida é mesmo assim. Parece que o céu se abriu, dissiparam-se as nuvens carregadas, e as coisas mais importantes deixaram de ser as palpáveis. Parece que retorno à vida após uma grande letargia ou depois de uma viagem in the sky with diamonds. É, parece mesmo que o certo é isso aqui, a hora certa é essa aqui, o jeito certo é o nosso. Parece, sim! Parece mesmo que we were meant to be e que a certeza e a resolução da minha vida é ter você para mim. Parece mesmo que nada mudou ali dentro, naquele recanto inóspito em que escondi tão grande sentimento, embora a Terra tenha dado duas voltas em torno do sol. Os demais se tornam ninguém quando você se torna alguém. Tudo mais é nada quando você é presença. Parecem mesmo indiscutivelmente descartáveis todos aqueles planos made by myself se os verbos não puderem ser conjugados na primeira pessoa do plural. A mim me parece que tudo feels like home, tudo voltou ao seu lugar, mas falta ainda você voltar.

20/01/2006 - Eu explico...

Tá certo, tudo bem, eu entendo que seja até precipitado, que a gente tem muito o que conversar, que as coisas nunca vão ser como eram... Tá bom, eu sei... Mas o que importa se terceiros acham leviandade?? Se outrem pensa que este não é o momento?? Se num-sei-quem disse que não deveríamos mais estar juntos??? O que importa se a Terra deu duas voltas em torno do sol??? E se as coisas mudaram?? O que importa as pessoas que conhecemos e os corações que partimos??? O que importa tudo isso se quando escuto sua voz meu coração palpita?? Se quando estamos juntos as coisas ao redor ganham outra cor, outro sabor, outras tendências?? se simplesmente parece que retornei à minha casa e encontrei cada coisa em seu lugar?? Olha, não adianta nada a gente querer fugir, querer se desvencilhar de um sentimento que, a bem da verdade, nunca dos deixou, que continuou guardado ali, esperando o momento do pulo do gato para aprontar mais essa surpresa com nossos corações. Não quero relutar, quero reviver! Eu sei que existirão desconfianças e ciúmes, num primeiro momento. Eu também sei que precisaremos nos adaptar às novas rotinas e afazeres. Eu sei que jamais seremos aqueles dois meninos loucos de amor que fomos, mas e daí? Por que essa história será menos bonita??? Vai, abre teu coração e se joga de novo nesse precipício louco que é a paixão, porque eu já tô em queda livre faz tempo, esperando só você vir segurar minha mão!

24/01/2006 - Momentos

Às vezes, eu fico pensando se dá pra medir, se dá pra caber em mim...
Às vezes, eu me pego lembrando desses detalhes, da curva da sombrancelha, do músculo do braço, da boca entreaberta prevendo o beijo molhado...
Às vezes, eu fecho os olhos e é como se ainda estivesses em mim e espamos, arrepios, suspiros...
Às vezes, sinto alguém passar com esse "perfume inebriante, perdura um instante a rua inteira a levitar..."
Às vezes me dá vontade de repetir em silêncio as frases, transpirar os sentimentos que explodem em mim, pôr pra fora isso tudo que teima em vibrar...
Às vezes, eu só quero estar assim, aí, encaixada nesse ombro, sentindo o cheiro da curva do pescoço e sonhando com a eternidade que se abre pra nós.

16/02/2006 - Correspondido, sim!

Enviada em: segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006 00:23
Para: Marcele Alencar
Assunto: Mais uma vez pensando em vc antes de dormir...

Asa de Águia
Amor de Fé
by André Lelis

Diga, diga, diga
Se eu não sou o grande amor da sua vida
Que você nunca aceitou a despedida
Diga como eu fiz você feliz
Pode fazer reza
Pode até pagar pro santo uma promessa
Sei que a vida vai mudar não tenho pressa
Só não mudará o que ficou dentro da gente
Nosso amor não é de brincadeira
É amor de fé
É amor de paz é de primeira
Quero ter você a vida inteira
É amor de fé, é amor de paz é de primeira
Nesse jeito de amar
Vai fazer você sentir o meu desejo
Na verdade eu também sou
Loucamente apaixonado por você.

Achei essa música a minha cara c vc! hehehehe
Boa noite, morena!

T.C.

21/02/2006 - A Notícia

- Parabéns, Doutora! A senhora tá grávida!


"Conclusão: Ultrassonografia transvaginal compatível com gestação tópica de 06-07 semanas".


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3 comentários:

Marcello disse...

Que post lindo,minnha querida!
Do meio para o fim,tava ansioso por boas notícias,que enfim vieram,né?
Queria saber a reação dele ao saber da gravidez,vai ter post sobre isto? Abração e ótimo fim de semana!

Rainha de Copas disse...

que massa fazer parte desse entremeio. ter te conhecido no meio desse turbilhão. que bom ter te conhecido e ponto.

Izabel disse...

Acompanhei um lado só...mas sempre tive certeza que tudo o que acontecera era para sua felicidade...e como vc soube o FAZER FELIZ,simplesmente REALIZADO!
O brilho nos olhos era visível...sempre que falava de vcs!
Um AMOR simplesmente lindo...amor!
Que o bom Deus a ilumine, e que vc consiga passar para os pequenos, todo esse GRANDE amor!
Bjokas!