Fazia tempo que eu queria assistir de novo ao filme "PS: I love you". Fazia tempo que ele tava lá na prateleira me esperando e eu deixando para depois para não passar de novo pelo turbilhão. Eu imaginava como seria rever aquela história, dessa vez, me colocando no lugar da personagem principal e recebendo aquelas cartas que me moveriam para frente no meio do luto. E, ao assistir ao filme, foi impossível não me reconhecer ali, em tudo, na vontade de que a vida terminasse, na falta de motivação, na preguiça até pra tomar banho, nas sensações da presença dele.... Eu chorei muito e, mais uma vez, meu vale de lágrimas serviu para aliviar a dor que não sai de mim, e, ao mesmo tempo, me faz andar para frente.
Seguem os trechos mais lindos do filme, em inglês (porque eu tenho essa mania de assistir aos filmes em inglês mesmo e sem legenda em português):
Holly: Do you think it'll be all right if I stop my life right here? Never leave my apartment till I'm old, sit in my wedding dress...
Friend: wich you never had.
Holly: ... with an old piece of wedding cake...
Friend: wich you never had... You gotta be rich to be insane, Hol. Losing your mind is not a luxury fot he middle class.
Holly: That's not fair!!!
Friend: It's not!
Holly: When daddy left, I was 14 and I said "that's it, never again, no man...". Then I meet Gerry... This wonderful man happens to me and then, and then he died. What's the point? I'm so angry I could kill somebody. I'm alone and it doesn't matter what job I have or what I do or what I don't do or what friends I have. I mean, you're alone no matter what...
And the last letter:
"Dear Holly,
(...) I have a feeling that this is the last letter because there's only one thing left to tell you. It isn't to go down memory lane or make you buy a lamp. You can take care of yourself without any help from me. It's to tell you how much you moved me, how you changed me. You made me a man by loving me, Holly, and for that I am eternally grateful. Literally.
If you can promise anything, promise that: whenever you're sad or unsure or you lose complete faith that you'll try to see yourself through my eyes. Thank you for the honor of being my wife. I'm a man with no regrets. How lucky am I? You made my life, Holly, but I'm just one chapter in yours. There'll be more... I promise.
So, here it comes, the big one. Don't be afraid to fall in love again. Watch out for that signal when life as you know it ends.
PS: I will always love you"
E eu chorei de novo escrevendo isso...
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Eu quero tanto
Eu não quero ser sombra, reflexo, muleta, o que dá pra ser. Eu quero ser o corpo, a imagem, a perna, o que é. Eu não quero ser falta de opção, o que sobrou, o substituto, o sobrevivente; eu quero ser a primeira opção, o prato principal, o eleito, o vivente. Eu não quero ser segundo plano, eu quero ser objetivo. Eu não quero ser consequencia, eu quero ser razão. Eu não quero ser atalho, eu quero ser o caminho. Eu não quero ser coadjuvante, não quero ser acompanhamento; eu quero ser a estrela, o foco, o alvo. Eu não quero meio termo, morno, conveniente, razoável; eu quero avassalador, quente, inexplicável. Eu quero ser única, eu quero ser tudo, eu quero perder o ar, eu quero tanto...
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Outra dica de filme: Brilho eterno de uma mente sem lembranças.
Se a gente pudesse excluir da mente tudo aquilo que nos causa dor e sofrimento. Deletar, como um arquivo de computador, tudo que remete àquilo. Se isso fosse realmente possível, será que a gente ia ser mais feliz? Será que a gente ia conseguir? O filme te propõe essa reflexão. Será que você quer mesmo apagar tudo de bom? Todas as memórias? Os momentos vividos? Será?
Em se tratando de relacionamento amoroso, depois do filme, eu cheguei às seguintes conclusões:
1 - A gente não escolhe por quem vai se apaixonar. Acontece, sem querer, sem razão e contra tudo que você havia planejado. Nem sempre no momento mais oportuno, nem sempre do jeito certo. Simplesmente acontece.
2 - Quando alguém causa esse arrebatamento - convenhamos, pouquíssimas vezes na vida isso acontece -, mesmo que você delete tudo que viveu e comece all over again do zero, no momento que encontrar essa pessoa, vai sentir tudo de novo.
3 - Mesmo que exista na relação muitos pontos negativos e um final triste, ainda assim vale a pena, pelos muitos momentos bons vividos.
PS: Esse blog não é de cinema, só pra constar.
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Outra dica de filme: Brilho eterno de uma mente sem lembranças.
Se a gente pudesse excluir da mente tudo aquilo que nos causa dor e sofrimento. Deletar, como um arquivo de computador, tudo que remete àquilo. Se isso fosse realmente possível, será que a gente ia ser mais feliz? Será que a gente ia conseguir? O filme te propõe essa reflexão. Será que você quer mesmo apagar tudo de bom? Todas as memórias? Os momentos vividos? Será?
Em se tratando de relacionamento amoroso, depois do filme, eu cheguei às seguintes conclusões:
1 - A gente não escolhe por quem vai se apaixonar. Acontece, sem querer, sem razão e contra tudo que você havia planejado. Nem sempre no momento mais oportuno, nem sempre do jeito certo. Simplesmente acontece.
2 - Quando alguém causa esse arrebatamento - convenhamos, pouquíssimas vezes na vida isso acontece -, mesmo que você delete tudo que viveu e comece all over again do zero, no momento que encontrar essa pessoa, vai sentir tudo de novo.
3 - Mesmo que exista na relação muitos pontos negativos e um final triste, ainda assim vale a pena, pelos muitos momentos bons vividos.
PS: Esse blog não é de cinema, só pra constar.
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